Na linha do tempo o corpo vem passando por transformações,
ele é visto de diferentes formas por artistas, e períodos que se passam. A
relação do corpo na pré-história era visto de forma mais concreta, os desenhos
rupestres representavam a vida cotidiana, como o círculo deles adorando os
deuses, destinada as funções religiosas, e o corpo se refere como signo até o
séc. XX. No Egito antigo a idéia de
imortalidade prevalecia. O corpo estava sempre vivo para eles as impressões
pictográficas, não seguiam normas. Os artistas seguiam suas regras próprias,
mostrando o homem de perfil, com braços, penas, rosto com os mínimos detalhes,
e o olhar e troco eram visto de frente, uma forma diferente de perceber e
valorizar o homem da pré-história. Já os gregos viam de forma diferente, como
forma de beleza, sua imagem semelhante aos deuses, representando um corpo
idealizado de perfeição. Aproximando-se da criação dos deuses, os romanos trouxeram
a naturalidade dos corpos, mostrando a sua verdadeira expressão, suas
imperfeições e sua própria condição humana. Passando por o período bizantino, as
imagens do homem se representavam por poderes políticos e religiosos, dando
inicio da arte gótica, o corpo de forma sagrada, mais alongada, dando a
intenção de estar mais próximos de Deus.
No renascimento os artistas passam a ver o homem de forma
mais real, em ter a sua identidade mais valorizada e reconhecimento social. A iluminação,
os detalhes da cor e sensibilidade, detalhes do direcionamento do olhar,
valorizando o cenário real é uma característica muito forte no Barroco. A
preocupação do artista em mostrar o realismo dentro das questões sociais,
políticas e cotidianas, o corpo era pintado em aproximar-se no real enfatizando
a própria identidade do homem. No impressionismo o artista já via o corpo de
maneira diferente, de forma mais abstrata, com pinceladas, manchas e traços.
No século XX o expressionismo valorizava a cor, intensificando
a expressividade, o corpo de forma carregada de sentimentos, de dor, angustia e
morte.
O corpo como objeto de criação, compondo cenários, sendo figuras e como
um elemento consciente e não apenas decorativo.
radassi
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